Sois utilizadores?
-a) dói-vos a consciência?
- b) apesar disso, têm benefícios?
Têm tempo para ouvir tudo aquilo que abusam anonimamente?
Estas são as dúvidas de quem nasceu no século XX e sobrevive na 1ª década do XXI.
No meu tempo, havia as edições portuguesas e as outras, as que se traziam de fora, ou se pediam a quem ia fora, ou se pagavam a peso de ouro em 1 - 2 discotecas. Hoje, até em Plutão se pode descarregar a versão remix daquele grupo de Irkutsk cujas mães nem sabem que eles tocam.
Não é o mundo que é fabuloso, somos nós.
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
O que pensam dos downloads ilegais?
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El Gran Kardz
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sexta-feira, novembro 28, 2008
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Focus
Mais uma das bandas que o P. Gandra me deu a conhecer.
Coloco-a aqui porque a minha actual série de culto: "My name is Earl" traz sempre uma músiquinha que adivinha ser do gosto do público alvo. Hoje o Earl dava em maluco na prisão. A música de fundo era esta.
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Nossa
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sexta-feira, novembro 28, 2008
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Labels: anos 70, como abanávamos o capacete, vídeos
Almost Grown
Alguém se lembra?
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Nossa
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sexta-feira, novembro 28, 2008
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Labels: anos 80, retalhos da vida, TV
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Sounds of Silence
Na sequência de um post anterior:
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Rui
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quinta-feira, novembro 27, 2008
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Labels: anos 60, como abanávamos o capacete, memória, música
Batatinhas
O que é um escultor?
No tempo do Rodin ou do Soares dos Reis, a resposta parecia mais fácil. Muito simplesmente porque aquilo que era considerado escultura era claramente balizado (começando pelos próprios materiais e linguagem) e não só o domínio da técnica como o acesso eram restritos. De uma forma geral, as formas de expressão são actualmente bem menos espartilhadas num género específico (são até por vezes “transdisciplinares”) e não parecem ser os materiais, as técnicas ou até os métodos que inibem a pretensão de comunicar. Esta possibilidade de democratização e, de certa forma, por consequência, de aparente possibilidade de ser artista à margem da aprovação da elite, levanta obviamente a questão da triagem. O que é um artista? Quem é artista? Quem é bom artista? Já me tinha colocado questões idênticas relativamente à minha área, mas confesso que sempre tropecei alegremente na quase novidade desta possibilidade de novo século que é a questão da acessibilidade e descansou-me recordar que a fotografia, por exemplo, encontrou o seu caminho durante o século XX e parece estar razoavelmente preparada para lidar com uma nova e gigantesca vaga de acessibilidade e simultaneamente uma alteração de fundo nas suas técnicas.
E então, o que é um escultor? Assim parece simples: aquele que faz esculturas. E o que é uma escultura? Uma obra produzida por um escultor. Porreiro. E o que é a disciplina a que se chama Escultura? É uma das artes plásticas cujo meio de expressão é o volume e a forma. Para um fotógrafo a definição também será pacífica. E vamos por aí fora, surfando na espuma dos dicionários e abrindo a possibilidade universal de se ser artista. Parece-me bem. Muito fresco, novo e conveniente.
Mas então lembro-me de uma coisa que já acontece há séculos: escrever qualquer pessoa escreve, o que torna potencialmente escritor todo o individuo que não seja analfabeto e que consiga transpor uma ideia para a linguagem das letras e das palavras. Ora, isso parece não acontecer exactamente assim. Parece haver uma diferenciação entre a análise das capacidades individuais e do alcance do discurso de quem produz texto e de quem produz esculturas ou fotografias. E esta desproporcionalidade faz-me voltar ao início e repensar as definições e a aferição de qualidade.
À distância, o mundo do Bernini ou do Dante parecia muito mais simples. Mas agora é muito mais divertido e pequeno. Assim de brincar.
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Rui
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quinta-feira, novembro 27, 2008
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Labels: artes visuais, faz-me pensar, Tangas
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Pook is here
In 1958 Burroughs was arrested in New York for writing "Ah Pook is Here" on a subway wall, for which Simon and Garfunkel later sang, "The words of the prophet are written on the subway walls and tenement halls".
"And the people bowed and prayed To the neon god they made And the sign flashed out its warning In the words that it was forming And the sign said "The words of the prophets are written on the subway walls And tenement halls And whispered in the sound of silence."
Ah Pook is Here was a collaboration between author William Burroughs and artist Malcolm Mc Neill. It began in 1970, when Burroughs was living in London and Mc Neill was in his final year of art school. It first appeared under the title The Unspeakable Mr. Hart as a comic strip in the English magazine Cyclops. When Cyclops ceased publication, Burroughs and Mc Neill decided to develop the concept as a book.After a year of research and preliminary design the text of the book had expanded from 11 pages to 50, and a complete mockup had been produced. By this point, the work had been renamed Ah Puch is Here in reference to the Mayan Death God. Straight Arrow Books in San Francisco agreed to publish the proposed work in 1971 as a "Word/Image novel" which was to comprise 120 pages, some of integrated text and image, some of text alone and some which featured only pictures.In 1973, Mc Neill moved to San Francisco from London to finish the project. However, the small advance proffered by the publisher made any more than a few months of working full-time on the project impossible, and when Straight Arrow closed in 1974 the book was without a publisher. Nevertheless, Mc Neill moved to New York in 1975 to rejoin Burroughs and continue the work. They were unable to find another publisher and after seven years on and off, the project was finally abandoned. It was subsequently published in 1979 in text form only under the original title of Ah Pook is Here.Burroughs reads from Ah Pook is Here on his 1990 recording Dead City Radio; this recording, in turn, formed the soundtrack to the animated short Ah Pook is Here directed by Philip Hunt.
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Rui
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quarta-feira, novembro 26, 2008
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Labels: artes visuais, cruzamentos, estar no mundo, livros, vídeos
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Dia 22 de Novembro
Segundo a Wikipedia:
November 22 is the 326th day of the year (327th in leap years) in the Gregorian calendar. There are 39 days remaining until the end of the year. Uma verdade inconveniente!
XX
1963. Lá se foi o Kennedy
1968. Chegou um album novo
X 
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Sérgio R
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segunda-feira, novembro 24, 2008
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Labels: ó sérginho, tás mais gordo
sábado, 22 de novembro de 2008
Música
Music, in the best sense, does not require novelty; no, the older it is, and the more we are accustomed to it, the greater its effect.
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Rui
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sábado, novembro 22, 2008
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quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Kaki
Sempre que passo de comboio pela Madalena (há já muitos anos que não cruzo o apeadeiro sem ser assim), lembro-me dos melhores diospiros do mundo. A mãe do Sílvio guardava-me uns, mesmo muito tempo depois de ter migrado para o sul. Nunca em lado nenhum comi diospiros como aqueles. E sempre que chega esta época do ano volta-me à memória a imagem daqueles pratos pesados e antigos, do som do relógio de parede, da mesa posta para o lanche e da expressão da mãe do Sílvio em pé a perguntar depois de cada um: “Gostou?”
Muito. Arigato.
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Rui
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quinta-feira, novembro 20, 2008
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Labels: amigos, dedicado, faz-me pensar, Natureza
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Em direcção às estrelas
E por causa do trabalho de imagem, pus-me ontem a ver um filme a que nunca tinha dado atenção. O director de fotografia do filme é o Slawomir Idziak que fez o "Décalogo", "A Dupla Vida de Veronique" e o "Blue" do Kieslowski, entre outros. Conheci-o recentemente na Dinamarca e irei reencontrá-lo para a semana na Polónia. Fez o último Harry Potter, que não vi, e com tamanho salto entre sistemas de produção não quis deixar de ver os seus últimos filmes, não vá mais tarde ficar com alguma pergunta que lhe podia ter feito.
O filme, ficção científica, chama-se "Gattaca"(1997). É muito cuidado estéticamente. Brinca com o Frank Lloyd Wright, o design dos 50 e a engenharia espacial. Faz discorrer uma trama soft, de tipo policial, para nos falar da predestinação, da autodeterminação, da identidade e do que nos faz sonhar. As estrelas, de que somos feitos.
Distraí-me e agora tenho de o rever.
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Rui
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quarta-feira, novembro 19, 2008
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Labels: faz-me pensar, filmes
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Noites sem nome
Noites sem nome, do tempo desligadas,
Solidão mais pura do que o fogo e a água,
Silêncio altíssimo e brilhante.
As imagens vivem e vão cantando libertadas
E no secreto murmurar de cada instante
Colhi a absolvição de toda a mágoa.
Sophia de Mello Breyner Andresen
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Rui
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segunda-feira, novembro 17, 2008
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Labels: suspiro
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
O mundo está escuro, ilumina a tua parte
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Rui
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sexta-feira, novembro 14, 2008
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Labels: paredes
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
On sait jamais...
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Rui
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quarta-feira, novembro 12, 2008
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Labels: a vida é bela, coisas da zirga, coisas vistas, humor
terça-feira, 11 de novembro de 2008
domingo, 9 de novembro de 2008
Livro cor-de-rosa - PROCURA-SE
Haverá algum excêntrico que tenha guardado estes anos todos o livro de francês do 10º ano (ou 11º)?
Pois.
Eu procuro esse livro. E não o encontro.
Tinha capa rosa, e umas riscas, se não me engano. Foi escrito pelo "Rolhas" (de seu verdadeiro nome: Fernando Artur Santos). Já não o vejo, naturalmente, há mais de 20 anos.
Chamava-se "Chez eux, les français".
Fico eternamente agradecido a quem se der ao trabalho de fazer uma incursão no sotão :)
(se virem uns exemplares do "Ping-Pank", seriam benvindos por aqui).
Obrigado
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Rui
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domingo, novembro 09, 2008
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sábado, 8 de novembro de 2008
Finalmente conheci-a
A Pequena e Triste Sereia. Num estranho dia de sol e chuva. Lindo.
Desde miúdo que queria ver de perto a Lille Havfrue. Sempre a achei linda e singular, mesmo que melancólica, a ver os barcos que passam.
A estátua foi uma encomenda do presidente da fábrica de cerveja Carlsberg e inspirada na versão de ballet de A Pequena Sereia (segundo o original de Hans Christian Andersen), sobre uma sereia que se apaixona por um princípe. A história original é bem mais trágica do que a versão da Ariel (da Disney): em nome do amor, a pequena sereia abdica da própria existência e desaparece nas águas em forma de espuma do mar.
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Rui
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sábado, novembro 08, 2008
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Labels: a vida é bela, actualidade, coisas vistas, infância, laurear a pevide, suspiro
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Surpreendi-me!
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Sérgio R
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quarta-feira, outubro 29, 2008
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Labels: coisas da zirga
Lontra ou Vison?

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Sérgio R
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quarta-feira, outubro 29, 2008
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Labels: animais, Coisas à David Attenborough
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
"Eleições EUA: Obama é o preferido entre os europeus, McCain consegue maior apoio em Portugal "
Por vezes trata-se de fazer vender papel buscando a nossa atenção pelo arrepio, pelo espanto, etc. e esta história — "corrigida" (?!) após email de um leitor — começou com um título ainda mais arrepiante "Eleições EUA: portugueses preferem McCain, mas Europa é de Obama".
Li aqui neste blog
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Nossa
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sexta-feira, outubro 24, 2008
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Labels: Keep the record straight
domingo, 19 de outubro de 2008
As lontras estão de volta...
... ao Cávado - supostamente um dos rios mais poluídos do país e penso que da Europa.
Fotografei esta criatura fantástica após ela ter-se dirigido a mim com extrema curiosidade...

Segundo o Paulo G., pode tratrar-se de um Visão europeu ou americano, escapado da Galiza, onde há explorações que os transformam em casacos (vide comment)...
Obrigado Paulo.
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Sérgio R
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domingo, outubro 19, 2008
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Labels: Coisas à David Attenborough









