domingo, 14 de dezembro de 2008

Droga polaca


Há imensa droga na rua, na Polónia. Vi-o com os meus próprios olhos.

Wingsuit Base Jumpers Believe They Can Fly—and They Can


wingsuit base jumping from doubleA on Vimeo.

"This is a farewell kiss, you dog"

http://www.youtube.com/watch?v=duLds-TZMGw
Os comentários são imperdíveis.
Eis um " I have to hand it to Bush, that was some kung fu master reaction time there..."

Stand by Me - around the world

sábado, 13 de dezembro de 2008

Mais um! *****

RePost

Sem pedir ao autor, coloco aqui abaixo um post de Janeiro de 2006Primeira Manhã

Deve ter sido perto de umas férias escolares de Natal. Éramos bem putos. Apanhámos a mania de ir à praia, a pé, às 6 da manhã. Passear. Ter uma aventura. Aproveitar a natureza, quebrar a rotina (que por sinal era ainda bem pouco rotineira...), sei lá fazer o quê.
Acordávamos, telefonávamos uns aos outros ou faziamos sinais de luz pré combinados e saíamos de casa. Ainda noite. Depois íamos ter a casa de um e juntos metíamos pés ao caminho. A 109, larguíssima para o nosso tamanho, estava deserta àquela hora e podíamo-nos deitar no chão e rebolar. Falávamos o tempo todo do caminho. E inventávamos tudo e mais alguma coisa. Chegávamos à praia perto do nascer do sol. Deserta. Carros praticamente não havia. Areia selvagem, mar batido e furioso umas vezes, outras não. Gaivotas frequentemente. E o cheiro... o frio da manhã e da aragem, a luz e a cor do nosso mar de Valadares ou Francelos...
Lembro a primeira manhã que fiz isso com o Sérgio. Eram férias de natal. Quando chegámos à praia, ficámos deslumbrados. Com uma sensação enorme de liberdade. Eessencialmente corremos atrás das gaivotas e gritámos palavrões. Sim, isso, sem censura. Gritámos para o mar e para as ondas, num acesso espontâneo, instântaneo e intensíssimo de liberdade experimentada e gozada.
Tenho a fotografia na cabeça.
Regressámos outra vez a pé. Aparentemente demorámos muito. Parecia tardíssimo. Estranhamente eram 11 da manhã quando entrei em casa.
Primeira manhã...

O Bairro Herculano


Está bem escondidinho. Descobri-o há pouco tempo. 

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

O que estou a ouvir

www.radarlisboa.fm
/A Hora do Lobo / António Sérgio /em directo de 2ª a 6ª 23h - 01h

Venham daí as vossas listas de programas favoritos...
Vale desde os tempos da escola...
E ajudem-me a lembrar qual era o programa das noites de domingo com patrocínio de um cristal?!?!?

O que ando a ler


quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Getting (b)old

Sobre o resto, dispenso-me a comentar. Mas reparo que este blog vai entrar no seu quarto ano!

domingo, 7 de dezembro de 2008

Parabéns!
























Porra! Fui à Linha do Norte dar conta que o "pai" deste blog fez anos na quinta-feira, dia 4 de Dezembro.
Aqui ficam os parabéns atrasados.
Deves ter feito 42. Certo?

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

domingo, 30 de novembro de 2008

À espera

Zurique. 16.30h
Estou a levar uma seca monumental numa escala que me trouxe a este aeroporto. E a este pais, onde cheguei e de onde parti mais vezes do que qualquer outro, na razao inversamente proporcional do que realmente conheci dele. Estes periodos entre voos sao sempre uma tortura em lume brando. A sensacao de estarmos obrigados a ficar numa bolha de vidro, invariavelmente no meio de um pais qualquer, a assistir as deambulacoes de outros passageiros como nos, acossados pelo consumismo de freeshop e por essas listas de destinos que nao param nem nunca mais vao parar enquanto houver humanidade.
As escalas sao uma especie de purgatorio dos viajantes. E dao vontade de preferir o inferno.
Algumas vezes, nestes momentos de estupidez, experimentei esconder um papel num qualquer esconderijo do aeroporto pela graca de o reencontrar, passadas semanas ou meses, no mesmo sitio. Normalmente um pensamento simples (ou nao) que pudesse ter repercussão num outro momento. Um recado do passado a tentar uma provocacao. Gerar outra coisa. - O choque entre um emissor e um receptor que so nao e' exactamente a mesma pessoa devido a accao do tempo e das circunstancias. Melhor ainda porque o segundo nao se lembra do q escreveu o primeiro.
Os aeroportos nao tem muitos recantos que se prestem a este jogo, por isso nao e' facil. Muitas vezes o minusculo papel desaparece. O ultimo, em Turim, era um recado para outra pessoa, que acabou por mudar o voo, e que tentei recuperar cinco meses depois. Esse, tenho a certeza que foi lido. Mas mais nao sei.
Neste aeroprto, onde ja vim muitas vezes, nao me lembro agora onde escondi um pensamento do passado (te-lo-ei feito?). E uma vez mais so me resta especular se ele chegou a gerar alguma coisa ao ser lido por alguem (se foi), se foi banido com o resto dos detritos da passagem de outros viajantes, ou se continua por ai, entalado num minusculo sitio secreto. À espera.
Como eu.

sábado, 29 de novembro de 2008

Le Grand Détournement a.k.a. La Classe Américaine

"Le train de tes injures roule sur le rail de mon indifférence."

"La Classe Américaine" ou "Le Grand Détournement" é um filme de 1993 realizado por Michel Hazanavicius e Dominique Mézerette composto de extratos de velhos filmes da Warner montados e dobrados por forma a criarem um novo filme.

Este filme de culto nunca teve edição comercial e apenas teve duas exibições oficiais (uma em 1993 e outra em 2004) . Alguns trechos, como este, circulam actualmente na internet.

Nas comemorações dos seus 100 anos, a Warner teve a imprudente ideia de autorizar o Canal+ (França) a utilizar extractos do seu catálogo (cerca de 3000 títulos) com vista a realizar um pequeno filme comercial. Ainda assim com algumas pequenas recomendações: não tocar, entre outros, nem no Clint Eastwood nem no Stanley Kubrick. Perante tal possibilidade foi feito este filme, dobrado pelas vozes que em França os actores do filme são conhecidos.

(Há muito mais info sobre este filme na net, como é evidente. Esta foi retirada da wikipedia franc)

Li hoje

"O homem que pagou 1300 euros para se chamar Camelo"

Um empresário de Santa Marta de Portuzelo, em Viana do Castelo, concretizou em Setembro o sonho de se chamar Camelo. Espera agora, ansiosamente, a chegada do seu cartão de cidadão onde já constará o insólito apelido. "Desde 17 de Setembro que já sou um verdadeiro Camelo", disse, à Lusa, com orgulho e humor.Até aqui, o empresário de 65 anos (dono do restaurante O Camelo na sua terra natal) chamava-se apenas António Martins da Rocha, mas a partir de agora, após um processo burocrático que durou mais de oito meses e que lhe custou 1300 euros, já assina António Martins da Rocha Camelo. "Estava na Feira da Gastronomia de Santarém quando fui notificado de que o Ministério da Justiça tinha ratificado o meu novo apelido. Fiquei tão contente que vim logo a Viana do Castelo, pedir a minha certidão de Camelo." "Pedi-a a 5 de Novembro, mas ainda não chegou. Vou lá praticamente todos os dias porque não vejo a hora de ter em mãos o meu verdadeiro 'atestado' de Camelo", acrescenta. Até porque este é um apelido que tem a virtude de transformar um eventual insulto numa "cordial" saudação: "Imagine que vou a conduzir, faço uma manobra perigosa e alguém do lado me grita 'camelo'. Em vez de ficar ofendido, eu limito-me a cumprimentá-lo também." António Martins da Rocha nasceu a 15 de Fevereiro de 1943, mas os pais foram "terminantemente proibidos" por um padre amigo da família de o registar como Camelo, que era o último apelido da mãe, cometendo ele mesmo o mesmo erro ao não dar o apelido de Camelo aos seus dois filhos. "Aí sim, aí é que eu fui um grande camelo", salienta. No entanto já conseguiu "meter" o apelido nos nomes das duas netas. Entretanto, o empresário espera pela prenda mais desejada: um verdadeiro animal de duas bossas que comprou no Senegal, por 3750 euros, e que viajará para Portugal de avião.
n'"O Público"

Lindo.
Faz-me lembrar uma história muito antiga.

Afonso Rema

É sempre bom ver os símbolos e os sinais da nossa adolescência ganharam estatuto. Neste caso, o prof. Afonso Rema, que foi distinguido pelo prémio Mérito de Carreira. Reformou-se. Quantos professores apaixonados haverá ainda como ele?

http://www.min-edu.pt/np3/2859.html

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

O que pensam dos downloads ilegais?

Sois utilizadores?

-a) dói-vos a consciência?
- b) apesar disso, têm benefícios?

Têm tempo para ouvir tudo aquilo que abusam anonimamente?

Estas são as dúvidas de quem nasceu no século XX e sobrevive na 1ª década do XXI.

No meu tempo, havia as edições portuguesas e as outras, as que se traziam de fora, ou se pediam a quem ia fora, ou se pagavam a peso de ouro em 1 - 2 discotecas. Hoje, até em Plutão se pode descarregar a versão remix daquele grupo de Irkutsk cujas mães nem sabem que eles tocam.

Não é o mundo que é fabuloso, somos nós.

Focus


Mais uma das bandas que o P. Gandra me deu a conhecer.
Coloco-a aqui porque a minha actual série de culto: "My name is Earl" traz sempre uma músiquinha que adivinha ser do gosto do público alvo. Hoje o Earl dava em maluco na prisão. A música de fundo era esta.

Almost Grown


Alguém se lembra?

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Sounds of Silence

Na sequência de um post anterior:

The Sound Of Silence

P. Simon, 1964


Hello darkness, my old friend

I've come to talk with you again

Because a vision softly creeping

Left its seeds while I was sleeping

And the vision that was planted in my brain

Still remains

Within the sound of silence


In restless dreams

I walked alone

Narrow streets of cobblestone '

Neath the halo of a street lamp

I turn my collar to the cold and damp

When my eyes were stabbed by the flash of a neon light

That split the night

And touched the sound of silence


And in the naked light I saw

Ten thousand people maybe more

People talking without speaking

People hearing without listening

People writing songs that voices never shared

No one dared

Disturb the sound of silence"Fools," said I, "you do not know

Silence like a cancer grows

Hear my words that I might teach you

Take my arms that I might reach you"

But my words like silent raindrops fell

And echoed in the wells of silence


And the people bowed and prayed

To the neon god they made

And the sign flashed out its warning

In the words that it was forming


And tenement halls

And whispered in the sound of silence