domingo, 26 de abril de 2009
professores que marcaram - o ciclo de Valadares
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Mónica (em Campanhã)
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domingo, abril 26, 2009
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professores que marcarm
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sábado, 25 de abril de 2009
Golden Banana at Paris Metro
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Rui
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Labels: bkc, cruzamentos, objectos
A gaivota que nos martelou o juízo
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Rui
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Labels: anos 70, como abanávamos o capacete, efeméride, música, vídeos
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Jó, quando eu for artísta pinto mais...
Ana Sã em desvaneios nocturnos... com gin tónico no copo e funkadelic no ouvido.
Daqui a uns tempos "nocturnos" escreve-se sem "c"... a nocte ficará mais pobre, e o Chopin tocará em brasileiro.
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Sérgio R
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quarta-feira, 8 de abril de 2009
'rais parta a pintura...
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porque um gajo apaixona-se por ela e não pensa noutra coisa...
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Jó
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quarta-feira, abril 08, 2009
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Labels: artes visuais, taras
Aceitam-se comentários e identificações...
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Jó
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Labels: amigos
terça-feira, 7 de abril de 2009
ter ou fazer bebés. daqui ou dali
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Jó
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Há quanto tempo não comem bolacha Maria?

Qual Sócrates, qual Obama, qual TGV, qual quê...
Saber há quanto tempo é que não comemos uma bolacha Maria é que é uma questão de elevada importância. O resto, meus amigos, são minudências.
E se souberem há quanto tempo é que não comem, interroguem-se então se a última que degustaram era da Nacional ou da Triunfo. Isso sim, isso é que é uma preocupação de primeira linha.
Hoje fui ao funeral de um colega de curso. Mais um... Posso dizer-vos que acho mesmo que não vale a pena perder o precioso tempo que temos com outra coisa que não seja a problemática da bolacha Maria.
Aqui fica a recordação do João Antunes.
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Sérgio R
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sexta-feira, 3 de abril de 2009
Revisitando os meus LP's
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Sérgio R
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Que musiquinha agradável, hem?
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Sérgio R
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quinta-feira, 2 de abril de 2009
Chamada
Ok. Vamos fazer a chamada para ver quem anda por cá.
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Nossa
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quinta-feira, abril 02, 2009
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Sanatório Marítimo do Norte


Quanto mais sei sobre este sanatório, mais quero saber.
E afinal porque está naquele estado?
As imagens acima pertencem a um artigo da revista "Osteófito" de Novembro de 2007
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Nossa
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terça-feira, 31 de março de 2009
E voltei lá
Teatro em que eram primos e faziam de números. Desinibidos e com humor. Cantaram "Wild World" do Cat Stevens. Em coro e com as pernas a balançar, sentados na beira do palco, a olhar para os papéis das letras enquanto por trás, na tela, passava o karaoke... E estavam a gostar de cantar... como se aquela música fosse tão deles como é nossa!
Depois um dos moços disse as suas poesias. Com estilo e a entrega de quem gosta de poesia. (assim como a Célia e a João com o "cântico negro" do Régio, noutros tempos...) E o moço contou com à vontade a histórica de como a professora de português lhe tinha perguntado pelo messenger se fora realmente ele a escrever aquilo! E ele disse que sim, no messenger. E a professora voltava a perguntar, mas foste mesmo tu? E ele: "fui stora!" e acrescentou "é verdade stora! Olhe, já está a chorar! Não chore!" E a malta da turma bateu palmas à stora, de quem devem gostar muito.
Depois não pude ficar para o resto, mas eles estavam muito contentes e eu gostei bastante do que vi.
E terei todo o gosto de lá voltar. Melhor, aproveitarei qualquer oportunidade que se me ofereça para lá voltar... (talvez o "concurso da gritaria" que lhes propus. Um dia, com instrumentos de medição acústica, a ver quem tem, na escola toda, "a vozinha mais fininha" e o "vozeirão mais trovão"!)
Afinal ainda se sonha e gosta de poesia e de música na ESV. Parece que certas coisas não mudaram assim tanto. Pelo menos a banda sonora...
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Jó
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terça-feira, março 31, 2009
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Labels: ESV
António Reis
Esquecimentos – Será que o foram?
Passou no dia 11 de Setembro o nono aniversário da morte do Poeta Cineasta António Reis, valadarense ilustre que, talvez porque sua terra dele injustamente se esqueceu, se esqueceu também dela, na medida em que, de há décadas, não tínhamos o prazer de ver por Valadares o "Toninho" Reis como por cá era conhecido em seus verdes anos.
António Reis viveu a sua meninice e juventude numa casa que existiu defronte do campo de jogos do Futebol Clube de Valadares, adjacente à antiga "loja do José Ribeiro" e no local onde depois foi construído um prédio que alojou uma barbearia (Albino Azevedo e Manuel Teles) e uma mercearia (Joaquim Nogueira da Rocha e actualmente a família de Ernesto Tavares).
Hoje o "Toninho" Reis seria considerado uma criança sobredotada. Ainda na Escola Régia, já os colegas, por dois tostões, podiam ver filmes mudos passados em máquinas de projectar por si construídas. E isto parece que diz tudo quanto à sua tendência para a arte cinematográfica e também para a arte nas suas diversas manifestações, sendo de realçar a poesia, também a eleita do seu coração, através da declamação que fazia primorosamente e, ainda, da publicação de uma vasta obra poética do maior nível artístico.
Sabem todos os valadarenses - ou se calhar nem o sabem - que os poetas Ary dos Santos e Adriano Correia de Oliveira, dois grandes artistas, sem dúvida, têm os seus nomes perpetuados em ruas de Valadares, mas não conseguimos compreender como é que um filho da terra, com o nome de António Reis, esqueceu aos responsáveis por estas "ninharias" da cultura e da justiça que deviam prestar homenagem aos filhos de uma terra que em vida a souberam dignificar. Ainda está a tempo. Será que Ary dos Santos sabia onde é Valadares de Gaia?
Talvez venha a talhe de foice e por idênticas razões atrás apontadas, referir que Guilherme Camarinha, um artista plástico de nível mundial que nasceu em Valadares, embora pouco tempo cá tenha vivido, não tenha ainda merecido uma qualquer referência na toponímia local.
Mas há mais! Muitos mais! E nisso haveremos de falar proximamente.
Valadares está inçada, pelo menos na zona litoral, por nomes de navegadores. Facto que, se é como é, muito louvável, enferma, no entanto, pela sua demasia e falta de sentido local, parecendo-nos, por isso, que deveria ser assunto a rever. Só de Vasco(s) da Gama... é uma fartura!”.
Inicialmente publicado em Orfeão 8 (Janeiro de 2001), Valadares, Orfeão de Valadares, p. 6.
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Sérgio R
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terça-feira, março 31, 2009
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segunda-feira, 30 de março de 2009
Mais ESV
Os meus olhos já mingaram. Já posso escrever. Explicando: troquei um colírio por outro e as minhas pupilas ficaram do tamanho de azeitonas durante seis dias! Azelhice...
XX
Mas o que me levou a postar neste preciso momento foi a leitura do texto do Jó e do comentário do Rui. De facto, há muito que não falavamos da ESV. Talvez por isso o post do Jó tenha caído tão bem...
XX
Há meia dúzia de anos fui com uma malta que não tinha nada a ver fazer um jogo de basquete lá no liceu. Num domingo à tarde, talvez. Quando a certa altura o cansaço me deixou em "quase-coma", resolvi ir dar uma volta pelos locais onde dantes "pousavamos". Quando cheguei ao "pouso" principal, junto às janelas da sala 27, vi que numa das vigas de betão - naquelas que suportam as placas de fibrocimento - estavam escritos os nossos nomes a giz e, claro, BKC. Foi uma sensação incrível. De apropriação. De perenidade. De viagem no tempo.
XXX
De repente vi o murete onde nos sentavamos cheio de gente, amigos e colegas, pastas, mochilas e capacetes. Uns sentados, outros deitados. Ao sol. Vi lá pousada uma caixa de lata avermelhada que eu usava para guardar o material de Arte e Design, onde escreveram a marcador de acetato esdroje e chemanata... Ouvi no silêncio daquele domingo o reboliço frenético do intervalo grande. E de súbito alguém que me perguntava se eu ia dar tiro...
XX
Lembro-me bem que foi o Nossa que escreveu a pedido os nossos nomes na viga. A façanha foi pendurar-se com uma mão e escrever com a outra. E assim lá ficaram nomes como Xaninha, João, Mónica, Rui, Jorge... Ficaram lá décadas.
XX
Há relativamente pouco tempo voltei à Escola. Já não me lembro por que razão. Fui espreitar a viga... já não existíamos.
XXX
E ao que parece, tudo vai deixar de existir: pelo que me disse o Jó, o Liceu há-de ir abaixo... Tal como fizeram os alemães com o muro de Berlim, também nós iremos guardar um pedacinho de betão para mais tarde recordar. Mas neste caso, uma época do caraças!
XX
PS. Alguém sabe porque é que a ESV se chama Joaquim Ferreira Alves? Com todo o respeito que possa ter pelo senhor, nunca percebi qual a relação...
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Sérgio R
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segunda-feira, março 30, 2009
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