domingo, 14 de maio de 2006

Álbuns Míticos 6

Por hoje fico-me por aqui. Este devo-o ao Sérgio. Gosto muito da desbunda do Manfred Mann. A primeira vez que ouvi falar dele foi no Ping Pank. Alguém se lembra disto? Hei-de desenterrar uns exemplares para os pôr aqui. Havia actualidade, humor, poesia, non sense e crítica musical. "Spirits in the Night", a versão de Springsteen, e o "Visionary Mountains" são as minhas preferidas. Também havia o "Solar Fire", que, como todo, é superior a este.

De tudo o que fez o Manfred, a fase mais aventureira é a do Manfred Mann Chapter III, anterior a esta e que só tem dois álbuns, salvo erro de 70 e 71, que são muuuito bons. É jazz rock eclético, na linha de um Keith Tippet ou de algum Soft Machine. Ou de uns Catapilla, que eu fiz os possíveis por divulgar, e que são IMHO uma das melhores bandas dos 70.

Álbuns Míticos 5


Este veio da Pop Art, em cassete... e assim viveu muito tempo. Foi a minha introdução ao universo paralelo de Frank Zappa. Fantástico. "The Dangerous kitchen". "The Radio is Borken". "The man form utopia meets Mary Lou". "Cocaine Decisions". Clássicos modernos em qualquer planeta excepto este. A propósito, para quem não sabe, nos últimos dois anos têm saído novos álbuns que exploram a caverna-de-Ali-Babá que ele deixou. Do que ouvi até agora é muito bom... Recomendo especialmente o "Imaginary Diseases". O que ele produziu ao longo da vida é tão bom que mesmo as sobras ultrapassam largamente 90% da produção alheia....

Álbuns Míticos 4


Este também o devo ao Jó. Talvez tenha sido mesmo o primeiro album que me criou o gosto pelo Jazz. Continua a ser muito, muito bom... de uma forma clássica. "Placitude" é um momento que creio inigualado. A explosão flautística é orgásmica e convulsiva. Belíssimo.

Falta-me ainda na minha colecção um outro objecto mítico, o álbum (hoje em dia já não se chama assim...), "Supernova", que tinhao "Dindi", versão que, em noites de luar e com o néctar apropriado, é capaz de tornar qualquer bruto num convertido do amor platónico...

Álbuns Míticos 3


Este é verdadeiramente mítico... ou mitológico! Gary Burton e Chick Corea em concerto em Zurique, October 28, 1979... Ouvi-o pela primeira vez na cave do Jó (a qual já merecia um blogue por si só!), a tal em que os barris se iam lentamente (ou não), transformando em vapores etílicos. O "Crystal Silence" transformou-se mesmo num dos meus "all time favourites". A entrada de piano do Chick é antológica. O vibrafone do Gary é sublime e combinava divinamente com substâncias psicotrópicas repetitivas... Vi o mês passado no Blue Note em Nova Iorque o Chick Corea com o Eddie Gomez e o Airto Moreira, num grupo chamado qualquer coisa como Forever Return. Sobre isso hei-de escrever e publicar algumas fotos nomeu blogue, assim que tenha tempo para fazer daquilo algo que se veja.

Quem é que falou nas Sanjo?


Ter umas Sanjo era, de facto, uma coisa mesmo cool (claro que na altura não se dizia cool). Quanto é que custavam estas sapatilhas? Lembro-me que eram das caras... pr'aí uns 300$00? Hei-de perguntar à E. Guerra...

Por volta de 73, alguns anos antes de ter Sanjo, o tio João deu-me 200$00 de prenda de anos e era dinheiro de caraças!

Álbuns Míticos 2


E este pode ser o segundo... até porque senti hoje vontade de o ouvir!

Poderá ser esta iniciativa do Luís um segundo (endless) abecedário?

Olhem bem pró artista!


Quem comenta?

Olhem bem pró artista!


O poeta ao sol poente...

Olhem bem pró artista!


Ó Luís, desculpa o abuso! Mas não consegui evitar...
Eles são magníficos!

sexta-feira, 12 de maio de 2006

Albuns Míticos 1


Este tinha que ser o primeiro!

Retratos que o tempo não apagou 1


O tempora! O mores!
Ps- Há uma mais hard, tirada no momento seguinte!
Aceitam-se subornos para não postar.

quarta-feira, 10 de maio de 2006

Sachs V5 modelo de 1987

sobre o POST e o COMMENT


Cada vez que abro o blog BKC (tenho-o como homepage no browser) não resisto a fazer scroll e checar os últimos comments a posts mais antigos. Chego mesmo a espreitar os arquivos dos meses anteriores e acabo sempre por encontrar alguns comentários que alguém lá terá deixado recentemente.
Mais do que uma montra de memórias, pensamentos e sugestões coladas alegremente nesta espécie de corticite electrónica, o blog tem sido um local de constante diálogo, mesmo que "en passant" (o que é simpático, pelo seu lado descomprometido).Nesse sentido, os COMMENTS aos POSTS têm sido para mim, não só óbviamente o lado mais vivo deste espaço, como um reencontro que dificilment seria possivel com esta regularidade, contrariando as limitações geográficas e temporais.
Ao visitar aleatóriamente outros blogs (há uma função para isso lá em cima no canto direito) não pude deixar de reparar que, pelo contrário, os blogs com mais posts que comments são maioritáriamente tristes, pouco vivos, e não há grafismo pinocas que lhes valha.
Sinto-me muito contente (penso que partilhamos a sensação) com a actividade deste blog. É bom "rever-mo-nos" e pseudo-tertuliarmos! And feelling memories like a living thing.
Agudábá.

Orfeão


terça-feira, 9 de maio de 2006

Vrrrruuuuuum!...


Ao fim de alguns "comments" não resisto!... As motorizadas de há duas décadas, para as quais olhamos agora com alguma estranheza (até porque estão em vias de extinção, pelo menos no seu estilo nacional) fazem parte do nosso imaginário colectivo e histórias pessoais.
Tenho tido imensa vontade de recolher um ou outro exemplar dessa época, recuperá-los e passear com eles, certamente como quem passeia um Ford Mustang 66 ou um Citroen DS descapotável. Mas mais do que a falta de tempo (o custo esse ainda é irrisório) é a falta de espaço que mo impede.
Agora fiquei com vontade de deixar aqui um inventário dessas máquinas infernais e mal-cheirosas (algumas das quais um dia nós fomos felizes e orgulhosos proprietários). Enquanto não consigo recuperar o meu baú pessoal de fotos onde muitas delas figuram (lembram-se das motas do Quim Maluco, dos irmãos Granja, a k181 azul do Nossa, as motas dos primos Duque, do Quim Mané, a Boss da Su, a Mobillette da Sofia Leão, a Florette do Sérgio, a BMW do Vitor C.G.... e tantas, tantas outras?...) deixo por aqui um exemplar desse modelo mítico do alcatrão. As desafiadoras da EN109 (e outras estradas do país) onde alguns daqueles a que chamavamos ROQUITOS se "picavam" em corridas nocturnas kamikazes, deitados nelas a meter as mudanças com a mão para tirar o máximo partido dos desesperados 120kms à hora.

esta foto foi palmada a um blog que ei-de referir aqui

Baixo e Guitarra

Muito concentrados.
Pela aparência deviam ser os primeiros anos de existência do "Quartinho" como quartel general dos BKC. Numa tarde de Verão?

segunda-feira, 8 de maio de 2006

O que ando a ouvir


Trouxe comigo para Oslo uma "carrada" de podcasts ( e muita música tb)para pôr a escrita em dia. Em particular as gravações de dois programas de regularidade práticamente diária que normalmente escuto em directo (normalmente no carro) ou em diferido, desde que os descobri em versão "descarregável" através do iTunes. Um chama-se "Pessoal e Transmissível", entrevistas de Carlos Vaz Marques a personalidades de todos os quadrantes incidindo maioritáriamente nas àreas artisticas. O outro, pedaços muito interessantes de texto, reflexões pessoais de Fernando Alves sobre acontecimentos do quotidiano em formato de crónica. Os "Sinais". São ambos da TSF. É bem possível que os conheçam também muito bem.
É o que ando a ouvir. Em português. Numa terra em que não consigo entender uma única palavra.
Bendita a invenção da movida mp3!

domingo, 7 de maio de 2006

Inaugura, São!


É ela, a legítima e única São, a que abriu a escola ao meio, com uma tesoura de phoda na presença de um padre ariano!

sexta-feira, 5 de maio de 2006

Digitalização de provas de contacto...


De quem são estas fotos?

Escola Aberta ao Meio


Talvez 1984 / 85...

Andámos por Valadares a fazer um barulho do caraças e a "abrir a escola ao meio". Os BKC forneceram a percussão: bombo, tarola e afins. O Isolíno Vaz fez um cartaz que ficou mural - ainda existe numa parede do Liceu. Eu vesti-me de padre (como já tinha feito alguns anos antes num célebre carnaval em que o Nossa, na escola, escreveu o nome da Célia na palma da mão com a unha - isto é outra história fantástica) e dei a benção à abertura dos festejos... há quem tenha fotos disso.

O Rui, com um chapéu de espantalho de onde escorria cabelo de lã vermelha, e com uma tarola ao pescoço, marchou a par da fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Valadares! Os desgraçados dos homens passaram-se ao ver tão estranha criatura a deambular por entre eles e, sobretudo, a levar o caos aos ritmos tão bem ensaiados na parada do quartel! Parecia um piolho aos saltinhos por entre os pelos do cão!

O Luís Cardoso apareceu vestido de gaja. Não! De GAIJA! Reles. Ordinária. Com sinais pintados na cara. Com baton vermelho forte. Uma verdadeira pu...! Só que tinha muitos pelos nas pernas! Metia-se com tudo o que mexesse... até com o Padre!

Segundo a letra do Nossa, o que aconteceu durante a "Escola Aberta ao Meio" foi o que está na foto da "cartolina-cartaz". Ele ainda não era designer gráfico, e o Pagemaker... coitado!

Destaque-se, de entre todos os acontecimentos, a "Conversa Sanitária".

Em síntese: Peça de teatro da autoria da dupla Rui & Sérgio. Baseada numa ideia de Rui & Sérgio, ocorrida... de um momento para o outro!

Rui & Sérgio foram à lixeira da cerâmica de Valadares. Trouxeram de lá uma sanita e um bidé. Estes objectos, não só seriam os principais adereços em palco, como depressa se tornaram nos principais inspiradores para o texto que viria a ser dramatizado.

O texto e a dramatização: Na parede do fundo da biblioteca, em frente à plateia, estava a sanita de um lado e o bidé do outro. Eu estava em pé, muito hirto, ao lado do bidé, com o chapéu de espantalho (aquele que acompanhou os Bombeiros) enfiado na cabeça. Entretanto, o Rui, de bata branca, apontador na mão e ar de cientísta louco, dirigia-se ao bidé. Com uma estranha pronúncia alemã, dizia: "Isto ser um bidé!". No fim da frase, eu, tipo Frankenstein, sentava-me no bidé. O Rui dizia: "Sérgio estar no bidé. Sérgio bidar para vocês!". Depois dirigia-se para a sanita, erguia o apontador e dizia: "Isto ser um sanita!". Avançava para ela e sentava-se. Por fim exclamava: "Eu estar sentado no sanita. Eu cagar para vocês!".

Levantámo-nos, e fomos embora. O público... aplaudiu! Que saudades desta lata...

Isto também passava na rádio...

Sheena is a punk rocker...

Isto era o que passava na Rádio...


... no ano em que os BKC foram "apalavrados". Já não se ouvia falar de King Crimson!

Registos magnéticos...


BKC Live!

Era uma festa... do lado de cá, do palco, era uma GRANDE FESTA!

quarta-feira, 3 de maio de 2006

Nas ruínas...

Sérgio Emanuel Super Star
Tirada pelo Rui aquando do nosso encontro em Vilar de Mouros, em Agosto de 1985.
Eu e o Jó andavamos na "Volta ao Minho". O Rui e o Nossa foram ter connosco (já postei uma foto, também do Rui, sobre isto: eu, o jó e o Nossa sentados num muro). Chovia como o caraças. Foi naquele dia em que fizemos o arroz com água do rio Coura (também já falei nisto algures).
Nota de roda-pé: Nesta altura o Nossa não falava comigo! Estavamos chateados... Quando ele queria dizer-me alguma coisa, ou referir-se a algo que me dizia respeito, falava a olhar para outras pessoas. Estas, claro, não percebiam nada (era do género "Ó meu, tás a falar comigo?!").

E agora, um pouco de humor sem malícia:

O Rui não sabia exactamente como era a minha tenda (era nova... mas pesava uns bons 10 Kg!). Tinha-lhe feito apenas uma pequena descrição pelo telefone. Por isso, quando o Rui e o Nossa chegaram ao parque de campismo de Vilar de Mouros e viram uma canadiana alta e azul disseram "está ali a tenda do Sérgio!". E mais: "aqueles sapatos à entrada só podem ser os do Jó!".

Com o seu estílo de sistemático pregador de partidas, o Rui avança para a tal canadiana azul, abre lentamente o fecho, mete discretamente a mão e agarra com toda a força um pé: "não largo! não largo!". E a seguir grita para o Nossa: "agarrei o pé do Jó!".

Não Rui! Não agarraste o pé do Jó! Agarraste o pé de uma rapariga que por acaso tinha ao lado um marido simpático que até achou piada à brincadeira. A minha tenda, que por acaso também era azul (as canadianas azuis eram raras!!!) estava mais acima, debaixo de uma macieira.
E os sapatos, está visto que não eram do Jó!
Quando finalmente nos reunimos, ficámos um bom bocado dentro da tenda a comer do chocolate que eu e o Jó tinhamos comprado em Tuí, comemos do chocolate que o Rui e o Nossa tinham e depois rimo-nos muito... eh! eh!
O tal arroz peganhento foi só à hora do almoço... mas ainda há algumas histórias engraçadas à volta da confecção deste arroz... talvez as conte depois.

Quartinho em obras de melhoramento


Já tinha levado um grande arranjo no telhado e outro na zona entre os dois volumes. Nesta noite, o Sérgio e o Nossa trataram de fazer um pequeno alpendre para evitar que a chuva entrasse pela porta.
Já há muito tinhamos alcatifa e o grafitti amarelo na fachada com as letras BKC.
Ao lado, as galinhas, os perús e o pato dormiam. Por pouco tempo.

Nas ruínas...


Outra foto. A mesma história.

A B C dos BKC

O abecedário chegou ao fim.
Mas não pararam as entradas de novas palavras. Não pares tu também de acrescentar coisas de que te lembres.


Como diziam na Rua Sésamo: "Bê de... BANANA!"... (e por aí fora)

Ensaio II

Nas ruínas...

Houve um momento em que o Quartinho foi abandonado. No fim de tudo.
Foi como se de repente todos (ou quase todos) tivessem fugido por causa de uma qualquer epidemia.
Depois as heras invadiram-no. Entraram pelas janelas. Depois o telhado cedeu porque as traves de madeira foram atacadas por milhões de carunchos.
Dois de nós íam lá de quando em quando. Faziam o ritual sonoro – na esperança de tudo voltar a ser como tinha sido – e saiam. Nada mais acontecia!
As nossas memórias e outras coisas penduradas nas paredes viviam naquele espaço bolorento. Mas íam sendo corroídas à medida que os dias passavam.
Um dia o telhado abateu. Depois foi arranjado. Mas então, o Quartinho deixou de ser o Quartinho e passou a ser um arrumo. As nossas memórias invisíveis ficaram lá (ainda lá estão). As coisas que estavam nas paredes morreram. Algumas, no entanto, ainda consegui salvar...

Um dia, pouco depois da avó ter morrido, fui olhar aquele pombal da minha infância pela última vez. A porta e as janelas estavam abertas. A videira, sob a qual tantas vezes tocámos, tinha crescido e abraçado a totalidade do telhado. Pequenos ramos que levantaram telhas pingavam para o interior como estalactites. Como na selva tropical.

Do que era nosso, restava lá dentro apenas uma caixa de madeira podre, feita há décadas pelo meu pai. Abri-a. Havia alguns fios eléctricos (para o que desse e viesse), havia alguma ferramenta enferrujada, havia um amplificador de marca Leisil, havia um prato-de-choque partido cosido com arame, havia letras de músicas e, para meu espanto, havia fotos que o Rui tinha levado para lá muitos anos antes. Foram feitas para uma exposição no Porto a que ele chamou “Para os meus amigos” ou coisa parecida. Cada foto tinha uma pequena quadra pendurada por baixo por fio de embrulho... um estílo muito “tardes na Pop Arte com pouco que fazer”.

Salvei tudo. Algumas das fotos já "postei". Outras ainda não. Agora "posto" esta porque vem a propósito...

Agudabá!

terça-feira, 2 de maio de 2006

Ensaio I

Tarantula

Vilar de Mouros 1982 II

Esta, também vale a pena estar aqui!...
Onde está o Wally?

Letra Z

"Coisa" Amarela sem Açaime...



Também baptizada "Balalaica Electroestática de Sérgio Mendes" pelo Carlos Nossa...

Lembraste?


Uma prenda do Rui. Num envelope. Há vários anos. É a foto de um vídeo Beta feito há milhões de anos. Ainda me apresento como primata imberbe.

Sérgio

As coisas são simples. Uma carta é uma carta. Espantado? Pois. As Photos? Sim, são aquelas duma tarde de domingo em que se foi ao quartinho. BKC. Banana. Killers. Company. Assim desfocado. Em instantâneo. Sem poses. À pressa. À pressa, como os nossos encontros. Before the winter begins. Photos. 3! Como as letras B, K, C. 3 olhares. 3 faces. 3 momentos. E para dar um risinho: 3 pares d' óculos.

As coisas são simples. Não há que complicar. Eles cresceram juntos. Correram, saltaram, pensaram, amaram, beberam, choraram, tocaram, riram. Juntos. E juntos choram a separação. Mas choram o quê? O irremediável facto de jamais a distância os separar? Maybe when spring returns, you can go and die.

LEMBRAR O PRINCÍPIO E DE COMO A FAMÍLIA CRESCEU E OS GAJOS DE VALADARES SE TORNARAM GRANDES.

Sejamos realistas: As coisas são simples. Uma carta é uma carta. Não há que complicar. Eles cresceram juntos. Espantado? Pois. Juntos. E ninguém os separa. Nem o tempo. Nem a distância. As coisas são simples e uma carta é uma carta. Escrevo-te como te poderia dar um abraço se aí estivesse.

AGUDABÁ!

Rui
(1988)

Posto aqui sem a autorização do autor. Mas ele não se deve importar. O que importa é trazer para o presente palavras como estas...

Link - Pandora

http://www.pandora.com/

Site interessante.
Uma espécie de jukebox que tenta afeiçoar-se ao tipo de música da preferência do seu utilizador.
Também uma forma de descobrir nova (e velha) música.

"Ever since we started the Music Genome Project, our friends would ask:
Can you help me discover more music that I'll like?
Those questions often evolved into great conversations. Each friend told us their favorite artists and songs, explored the music we suggested, gave us feedback, and we in turn made new suggestions. Everybody started joking that we were now their personal DJs.
We created Pandora so that we can have that same kind of conversation with you. "

Nossa

Letra Y

segunda-feira, 1 de maio de 2006

O que ando a ouvir


Jazz fresco. Electrónico q.b. Bom.

Vilar de Mouros 1982


Vilar de Mouros Festival, Portugal 7 August 1982

A foto não é minha. Copiei-a em http://www.cerysmaticfactory.info/duruttivilardemouros1982.html.
Creio reconhecer umas cabeças neste concerto dos Durutti Column...
Não me lembrava da camisola grená! Nem da das riscas tão clarinha!!!
O do casaco castanho será o Banana?

Letra W

Jó

sexta-feira, 28 de abril de 2006

LEMBRETE

Após a consulta de vários comments, sinto-me na obrigação de desenvolver, brevemente, estes três temas, pelo menos.

1. As fotos tipo-passe do Tio João
2. O roubo da Fava-rica
3. Quartinho T 1/2: Aventuras em Liliput

Um dia também poderei escrever sobre uma vez em que eu e outro amigo fumámos chá para ver o que acontecia! Mas isso fica para depois...

Verão de 1982


Porque o Rui falou nisto a propósito dos U2, na letra U, cá vai mais um souvenir. É o único bilhete que conservei, o da primeira noite. Os Heróis do Mar não apareceram e o público agradeceu aos santinhos com uma mega salva de palmas. Por isso entraram mais cedo os Echo and the Bunnyman, e depois os Stranglers. Tenho tantas memórias desta ida a Vilar de Mouros que se torna quase impossível contar pormenores desta aventura... Digo apenas que foi o acontecimento mais "peace and love" que vivi... Afinal, apenas 10 anos antes estava-se a sair dos Sixties!

Ah! É verdade: No fim deste concerto pedi 50 escudo emprestados à Diana para poder comprar o bilhete de comboio para regressar ao Porto. No entanto, acabei por apanhar boleia do Sr. José Cunha Gomes. Como não voltei a ver a Diana, gastei os 50 escudos em cerveja e sandes.

Por isso, Diana, ainda te devo 50 paus!

quinta-feira, 27 de abril de 2006